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Como saber se a minha colônia está morta?

O Kombucha é muito resistente!

Achei um relato na Internet que reforça o que eu já tinha reparado no uso e manipulação das colônias: elas são muito resistentes, podem ser partidas em pedaços e não morrem com facilidade.

Eis o relato:

“Quem trata sua cultura do cogumelo de acordo com regras comprovadas, com atenção e cuidado, não terá de contar com problemas. Em informes russos até se menciona que não são necessárias medidas de precaução e, de fato, porque o cogumelo se auto-protege de impurezas. Ele dispõe de certos mecanismos de auto-defesa: os ácidos orgânicos, o baixo teor alcoólico, o ácido carbônico, os produtos antibióticos – tudo isto em conjunto freia o desenvolvimento de todos os micro-organismos não pertencentes ao organismo do cogumelo do chá. O pesquisador russo I.N. Konovalov menciona, num informe de 1959, que a intensiva multiplicação dos fermentos e bactérias do cogumelo do chá suprime a expansão de outros tipos de fermentos e bactérias. Também o professor russo G.F. Barbancik (1958) informa em seu livro sobre o cogumelo do chá a respeito de experiências laboratoriais, em que ele determinou, que as bactérias do cogumelo do chá reprimem energicamente todos os outros micróbios da redondeza (antagonismo).

Colônia O cogumelo também se deixa multiplicar e dividir facilmente, contrariamente a informes diferentes. Uma vez que ele cresce alegremente e se divide de bom grado, logo todos os amigos e conhecidos podem aproveitar de um único cogumelo. É um bom costume, passar o cogumelo do Kombuchá para outras pessoas, como sinal de amizade e de ajuda mútua. Isto já foi feito por séculos. O importante é: junto com o cogumelo passe informação completa. Afinal de contas, você está dando um organismo vivo, milhares de células vivas, cheias de força vital…

Quando você tiver experimentado coisas boas através do Kombuchá, você deveria considerar como sua obrigação moral informar sobre isto a outras pessoas. Um ditado chinês diz: Ajuda mútua enriquece até mesmo os pobres.”

retirado de http://www.kombu.de/port-11.htm