Autor Tópico: Distribuir as Colonias por Correio  (Lida 10863 vezes)

Offline Pedro

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Distribuir as Colonias por Correio
« Online: 16 de Março de 2009, 02:20:59 »
Não sou favorável ao envio de colonias por Correio. Já sei que é uma opinião desagradável para quem depende desse recurso para obter um colonia. Com certeza essa opinião contraria a necessidade de propagação do cultivo do Kombucha, que beneficia a tantos. Está me custando entender que devemos correr o risco.
Preocupação > As colonias.
Esta preocupação está fundamentada em várias experiencias anteriores, a ultima relatada abaixo.
......*
Mandei 3 semanas atrás, por SEDEX, 3 colonias preparadas dentro do conceito de envio a distancia. Pequeno diametro e maior espessura, pensando em tamanho da embalagem. Em tópico especifico, vou transmitir minha sugestão de como fazer isso.
A caixa pronta pesou 800 g. O percurso foi São Paulo > Uberlândia (MG). O custo do envio foi R$ 28,00
Postei numa manhã, ao abrir a agencia do Correio, 9:00 h
É possivel acompanhar passo a passo, qualquer encomenda, desde a origem até o destino, pela página dos Correios, chamada Rastreamento. Clique na opção Um Objeto e inserindo o nº de registro fornecido pela agencia, no campo solicitado, vão aparecendo os diversos passos da encomenda ao longo da viagem.
Com essa ferramenta, fiquei sabendo que minha caixa, chegou à agencia de Correio destino no dia seguinte às 13:00 h
A pessoa que iria receber, tambem fazendo o rastreamento, por telefone foi informada que "a encomenda tinha saido para entrega" Não foi entregue nesse dia.
No dia seguinte, mesmo com muitos telefonemas da pessoa, a caixa só foi entregue às 17:00 h
........*
Não mando mesmo, doações por correio normal.
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Offline Marcus

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #1 Online: 16 de Março de 2009, 03:44:08 »
É uma pena que tenha ocorrido assim. Não sei se é uma falha comum, eu utilizei o sedex por alguns anos seguidos enviando mercadorias para o interior de Minas Gerais e para algumas cidades em outros Estados do Brasil.

Meu testemunho pessoal é que não tive quase nenhum atraso. Se estou recordando corretamente, somente uma vez a mercadoria chegou com atraso de 24 horas. Normalmente enviava num dia até às 11:00 da manhã e no outro dia até as 10:00 da manhã estava entregue, e isso sem utilizar um recurso dos Correios chamado Sedex 10, que só estava disponível para um pequeno número de localidades.

Já notei que a colônia sobrevive com tranquilidade a viagem, ao calor, as sacudidas. Assim sendo temos uma única e real preocupação a meu ver: evitar a contaminação da colônia. Todos os esforços devem ser direcionados a tentativa de preservar saudável a colônia porque no final do trajeto mesmo um pequeno fragmento que não tenha se ressecado pode ser utilizado para iniciar uma nova cultura.
« Última modificação: 19 de Março de 2009, 21:27:46 por Marcus »
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Offline Pedro

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #2 Online: 19 de Março de 2009, 20:34:57 »
Fiquei feliz com o bom resultado de meu ultimo envio, que passo a detalhar para conhecimento dos amigos do Fórum.
Na ultima segunda-feira, às 10:23 h, coloquei a embalagem na agencia de Correio.
Essa embalagem (feita como detalhado em Forum especifico) pesou 460 g e teve um custo de R$ 11,40
Chegou ao destino, uma cidade do interior de São Paulo a 112 Km da capital, na terça-feira, sendo entregue ao destinatario às 17:37 em perfeito estado.

Este envio pode ser feito pela modalidade "A pagar no destino" disponibilizada pelos Correios.
Não foi o caso deste meu envio, pois a pessoa depositou em minha conta, por eu não saber no ato da postagem, das condições abaixo. Mandei e a pessoa depositou posteriormente.
>> "A pagar no destino" funciona assim:
º No momento da postagem, devem ser declarados os nº de RG e CPF do destinatario. Pedir antecipadamente a quem vai receber.
º Para retirar a encomenda, o recebedor paga o valor devido.
º Esse valor os Correios mandam de volta à origem, avisando a quem enviou, que deve voltar à agencia para receber.

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Offline Marcus

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #3 Online: 6 de Abril de 2009, 15:46:21 »
Essa modalidade a qual você se refere é a Sedex a Cobrar. De modo geral é muito boa opção.

Somente para esclarecer eu retirei uma definição do site dos Correios:

"É a modalidade do serviço de Encomenda Expressa dos Correios, que permite o envio de objetos com valor declarado, para entrega, exclusivamente, contra pagamento da quantia indicada pelo remetente (Valor da Mercadoria ou Valor da Mercadoria + Preços Postais ou somente Valor dos Preços Postais), a qual lhe será reembolsada através de Vale Postal."

Um detalhe muito importante: no nosso caso, como se trata de uma doação, não serão utilizado o 'Valor da Mercadoria', somente o custo definido como 'Preços Postais'. Isso facilita porque não precisamos receber nenhum valor posteriormente, e não precisamos, portanto, ir ao correio mais do que uma vez.

Muito bom se existe uma agência dos correios próximo a sua casa: facilita a entrega e não necessita de motoboy para levar até o correio. Caso contrário, acredito que teríamos que solicitar o depósito do valor total, sendo motoboy e correios, em conta corrente antes do envio. Afinal motoboy não trabalha para receber depois...

Devemos tentar nos inteirar da logística dos correios na sua cidade: perguntando ao funcionário dos correios sobre os horários nos quais são despachadas as encomendas, tempo médio para transporte até a cidade destino, e outros dados dessa mesma natureza. O objetivo é calcular o menor tempo possível de permanência da colônia nesse trajeto. Mesmo considerando que as colônias são bastante resistentes e que o calor não é prejudicial para elas, devemos tentar encurtar ao máximo a sua permanência em uma embalagem em função da produção de gases e possível ruptura da embalagem decorrente disso.

Como citado anteriormente, acredito que podemos embalar uma certa quantidade da colônia (não precisa ser inteira, podem ser pedaços) numa garrafa PET amassada (de modo a permitir uma futura expansão) e lacrada (com a própria tampa de rosca) e enviá-la pelo Sedex.

Acho que a encomenda comum é muito lenta em alguns casos, e só apresenta a vantagem de ser mais barata. Considerando que o melhor possível deve ser feito para a conservação da vida da colônia e que o custo final é somente o do transporte porque a colônia está sendo doada, acredito que o investimento de alguns reais a mais para envio por Sedex seja o procedimento adequado.
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Offline Terra A-dourada Brasil

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Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #4 Online: 16 de Maio de 2009, 02:10:33 »
Eu já enviei colônias pelo correio em envelope a seco, e sem lacrar em plastico, pois eu pensei que a colonia precisa respirar, então se eu for lacrar ela em plastico ela vai morrer. Bom eu usei uma caixinha de leite que é muito resistente e aluminizado e coloquei uma mudinha gorda que sequei antes com um pano limpo e embrulhei em papel tipo toalha, mas daquele tipo que não solta fiapo, coloquei na caixinha de leite que eu abri  e recortei no tamanho do envelope e só fechei com um durex, sendo que não totalmente para que possa entrar ar, e orientava que a pessoa colocasse um pouco de vinagre na primeira fermentação para compensar a falta do liquido starter, e costuma dar certo, pois até agora ninguem reclamou que não funcionou.

no começo eu usava para embrulhar a muda da cultura em papel toalha de cozinha, mas como percebi que este na hora de desembrulhar ficava grudado muito na muda, estou usando agora aquele papel que a gente compra em rolo que medicos e terapeutas usam para forrar as macas de atendimento, pois este não esfiapa e não fica grudado na muda, podendo ser retirado com cuidado por inteiro. Bom esta é minha experiência. Pois as vezes as pessoas achavam muito caro pagar o Sedex, principalmente para outros estados realmente não fica muito barato. Ai comecei fazer isto, pois o envelope fica em 2 ou 3 reais, e nem cobro da pessoa. Tem dado certo.

Offline Pedro

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #5 Online: 16 de Maio de 2009, 13:19:32 »
Eu já enviei colônias pelo correio em envelope a seco, e sem lacrar em plastico, pois eu pensei que a colonia precisa respirar....
Eu creio que, o líquido que vai junto no saquinho, que depois colocamos na caixinha de leite (eu também faço assim) proporciona proteção, evitando uma possivel contaminação. Tres ou quatro dias, que é o que pode demorar um envio pelo correio, possibilita essa contaminação, estando a colonia "em seco".
No percurso até o destino, a colonia continua se alimentando do liquido, respirando o ar contido no saquinho, pois não conseguimos retirar todo o ar, ao preparar a embalagem.

..... e orientava que a pessoa colocasse um pouco de vinagre na primeira fermentação para compensar a falta do liquido starter, e costuma dar certo, ....
Dá certo sim. Eu coloquei uma colher de sopa de vinagre, por litro de chá preparado.
E a recomendação é que seja utilizado vinagre de qualidade, preferencialmente branco, de maçã.
[/quote]

.....Ai comecei fazer isto, pois o envelope fica em 2 ou 3 reais, e nem cobro da pessoa.
Mas este custo é de envio normal, quero dizer, não é SEDEX, certo?
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Offline Soares

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #6 Online: 18 de Maio de 2009, 11:19:56 »
Porque nao usar aquelas embalagesn de alimento que vao na geladeira? tem umas embalagens de pástico que a gente compra no mercado e que servem para guardar comida. La fala que evita contaminaçao.
Paz para todos!

Offline Marcus

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #7 Online: 18 de Maio de 2009, 15:51:05 »
Acho muito interessante o sistema utilizado nessas caixas de leite. O tipo de embalagem utilizada, conhecida como Tetra Brik é fabricada desde a década de 1960 e foi inventada pela empresa Tetra Pak.

Uma breve descrição, retirada do próprio site da Tetra Pak, maior produtora de embalagens desse tipo no mundo (cerca de 200 milhões de embalagens por dia para 165 países - e sem quase nenhuma reciclagem):

Como é a embalagem longa vida?
A embalagem do leite longa vida (caixinha) é a Tetra Brik® Aseptic. Ela é composta por seis camadas de proteção, de fora para dentro: uma cama da de polietileno para proteger a embalagem contra a umidade externa; uma camada de papel que confere estrutura e resistência à embalagem; uma camada de polietileno para aderência entre as camadas internas; uma camada de alumínio para evitar a passagem de oxigênio, luz e microrganismos; e, por fim, duas camadas de polietileno que evitam todo e qualquer contato do leite com os materiais internos da embalagem. O resultado é uma embalagem de alta qualidade que, além de proteger o alimento contra a ação da luz, ar, água e microrganismos, evita que o aroma natural do produto se dissipe, mantendo assim a integridade do alimento por mais tempo.


 

Bem, agora que fomos apresentados a caixinha do leite, alguns detalhes devem ser colocados sobre o uso desse tipo de embalagem para acomodar as colônias de Kombucha durante o transporte pelo correio.

Já li diversos relatos de pessoas que utilizam essas caixas para enviar as colônias pelo correio, mas nunca li de ninguém uma explicação acerca dos motivos que os levaram a iniciar tal uso. Pensando sobre o assunto eu percebi que as pessoas projetam a imagem de uma embalagem segura e protegida. De fato é uma embalagem bastante adequada, segura e protegida, mas somente quando utilizada na fábrica, nos processos de embalagem a vácuo e lacradas hermeticamente. Depois de aberto, o produto da caixinha entra em contato com o meio ambiente, podendo sofrer contaminação e estragar rapidamente.

Assim, a meu ver, qualquer produto dentro dessas caixas reaproveitadas não emeticamente fechadas e não refrigerados estariam expostos a contaminação. O calor no interior delas durante o transporte pode ser muito intenso. Notadamente nas caixas de leite que é produto animal composto de muita gordura e proteína. Tais caixas, mesmo que muito bem lavadas, podem conter um elevado índice de microorganismos e/ou substâncias relacionados com o produto que foi utilizado originalmente na embalagem. Lembrando que: o processo de embalagem dos produtos permite a entrada do próprio produto nas frestas que se localizam por dentro da dobra da caixa, no interior da mesma. Dessa forma, mesmo vencendo um certo trabalho para deixar a caixa limpa, dificilmente conseguiríamos esterilizá-la. E mesmo esterilizada, dificilmente conseguiríamos lacrar a caixa e impedir a contaminação da colônia.

Segundo os mesmos relatos que li, e por experiência própria, não recebemos retorno das doações que fazemos, isso é, em 95% dos casos (e não foram poucos) em que eu concretizei uma doação eu simplesmente não tive mais qualquer notícia acerca da colônia, se chegou bem, se chegou com cheiro tal, se chegou com aspecto tal... Geralmente não temos esses dados. Seríamos as pessoas mais indicadas para opinar nesse caso, pelo menos muito mais do que as pessoas que recebem e nunca sequer viram uma colônia. E mesmo que as pessoas que recebem as colônias tirassem uma foto no momento que receberam e retiraram da embalagem, e examinando essa foto cuidadosamente, ainda assim não teríamos como saber se a colônia sofreu contaminação no trajeto. Assim, a meu ver, temos por obrigação que tentar conseguir uma embalagem adequada, fácil e que não exija cuidados especiais, afinal as pessoas lêem os textos sobre como doar as colônias, se vêem motivados a doação, mas não se preocupam com uma possível contaminação. Para essas pessoas que gostam de receitas de bolo acredito que não seja adequado estimular o uso dessa embalagem tipo Tetra Brik, já duvidando da possibilidade de uma correta assepsia. Na prática, algumas pessoas vão acabar de beber o leite, passar uma aguinha na caixinha do leite e colocar a colônia.

Sugestão:

  • Cortar a colônia em pequenos pedaços, cerca de 100 gramas já é suficiente;
  • Colocar numa garrafa do tipo PET (acho que as melhores são aquelas utilizadas para água com gás) bem lavada - não ferver nem congelar a garrafa nunca;
  • Adicionar uma pequena quantidade de líquido, a bebida pronta ou o vinagre de Kombucha, entre 50 e 100ml são suficientes;
  • Amassar a garrafa, já aguardando alguma expansão da mesma;
  • Fechar a garrafa com a própria tampa, conferindo se está bem lacrada;
  • Utilizar algum tipo de enchimento e colocar numa caixa para SEDEX;
  • Fechar e enviar.

Concordo com o Pedro. Acho que o líquido de start, ou seja, algum Kombucha pronto deve ser colocado junto com a colônia durante o transporte. Esse procedimento serve para reforçar a presença das bactérias acéticas, o que dificulta a contaminação por parte de um certo grupo de bactérias. Além disso é muito útil para se conhecer o sabor do Kombucha antes de se fazer o primeiro: a pessoa recebeu a colônia e não tem nem mesmo noção do sabor que teria a bebida pronta. Isso ajuda a determinar já nas primeiras fermentações se o que está fazendo está dando certo. Lembrando que muitas vezes, mesmo os mais experientes, obtém como resultado uma bebida sem sabor ou com um sabor sem graça.

Sobre o vinagre é um assunto que deveríamos discutir melhor. Já li sobre o uso do vinagre inclusive para fabricar uma colônia. Pessoas se referem a produção de Kombucha a partir da mãe do vinagre (tema bastante amplo e que merece um tópico novo). Pessoas se referem ao uso do vinagre para aumentar a acidificação do Kombucha, para compensar mesmo a falta do líquido inicial. O uso do vinagre de maça é referido como sendo o mais adequado. Pessoalmente acho que isso é desnecessário, sendo que não precisamos produzir Kombucha do nada e temos grande quantidade da bebida e muitas vezes do vinagre de Kombucha. Concluindo, acho que é importante que se envie, juntamente com a colônia, alguma quantidade de líquido pronto.

Sobre o comentário do Soares:
Porque nao usar aquelas embalagesn de alimento que vao na geladeira? tem umas embalagens de pástico que a gente compra no mercado e que servem para guardar comida. La fala que evita contaminaçao.
Acho que essas embalagens podem ser utilizadas também. Na verdade só vi uma embalagem dessas uma vez: o plástico era bem grosso e vinha com a ponta dobrada de fábrica, com um fecho adequado e permitia que fosse lacrado. Essas embalagens podem ser encontradas com facilidade? e sobre o custo?

Eu conheço embalagens lacradas para camping. São muito boas para manter as coisas secas, mas são caras e não sei se seriam melhores do que a PET.
« Última modificação: 18 de Maio de 2009, 20:10:26 por Marcus »
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Offline Pedro

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #8 Online: 24 de Maio de 2009, 04:55:59 »
Trocando ideias sobre a embalagem para envio por Correio, explicações dadas em: 

Já li diversos relatos de pessoas que utilizam essas caixas para enviar as colônias pelo correio, mas nunca li de ninguém uma explicação acerca dos motivos que os levaram a iniciar tal uso.
Minha preferência no uso da embalagem da caixa de leite, refere-se à facilidade de preparo do pacote para envio. Essa caixa nos proporciona ao final do preparo, uma embalagem ajeitadinha, com forma final regular. Consigo após corta-recorta da caixa, literalmente, com tesoura mesmo, dar a forma e tamanho que eu desejo, em função do tamanho justo da colônia que estou remetendo. A colônia fica “ajustada” sem folgas dentro da caixa que eu preparei na medida desejada.
Sobre a caixa padrão dos Correios > Ela tem um custo, e o principal, dificilmente vou encontrar o tamanho “justo” para meu envio, sendo então necessário fazer enchimento pelas laterais com outros materiais, aumentando o peso, e consequentemente o custo do envio.

......o processo de embalagem dos produtos permite a entrada do próprio produto nas frestas que se localizam por dentro da dobra da caixa, no interior da mesma....... E mesmo esterilizada....
Não é necessário esterilizar a caixa. Ela serve apenas para dar forma externa ao pacote. Não tem contato com a colônia.

.......Na prática, algumas pessoas vão acabar de beber o leite, passar uma aguinha na caixinha do leite e colocar a colônia.....
Faltou o entendimento do detalhe principal. A colônia NÃO tem contato com a caixa.
A caixa serve apenas de “armadura” e dá forma regular ao pacote.
Como eu faço meus envios:
A colônia é colocada dentro de um saco plástico fininho, desses de guardar alimentos em geladeira, banhada no liquido start, e com um pouco de ar. É dado um nó cego na boca do saco.
Por segurança pensando em vazamento, esse saco é colocado dentro de outro. Nó cego na boca.
Como os sacos são fininhos, podemos pensar em mais segurança. Eu coloco os dois sacos anteriores dentro de outro, com nó na boca.
Apenas no primeiro saco é que vai liquido e ar.
Colocamos os sacos dentro da caixa. Essa montagem de 3 sacos, proporcionam um colchão liquido amortecedor, proporcionando uma viagem cômoda à nossa colônia.
Finalmente, embrulho a caixa com aquele papel grosso de açougue, alguns chamam de papel manilha, enrolando tudo com fita adesiva larga.

Vocês acham que deu trabalho? Para mim preparar uma embalagem dessas, são momentos de relax. Faz parte da DOAÇÃO. Faço pensando em quem irá receber, desejando que ele(a) cuide bem dos seres vivos que estou enviando.

Sugestão:
Cortar a colônia em pequenos pedaços, cerca de 100 gramas já é suficiente;
Colocar numa garrafa do tipo PET......
Para poder entrar pela boca de uma garrafa PET, esses “pequenos pedaços” devem ser pequenos mesmo. As bocas das garrafas tem +/-  2 cm de diâmetro.
Não sei se me atrevo a fazer isso.
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Offline Pedro

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #9 Online: 25 de Maio de 2009, 01:57:38 »
Depois de feita a postagem da mensagem acima, lembrei que faltou um passo no procedimento que utilizo no preparo da embalagem. A colocação de placas de isopor para proteção física e manutenção da temperatura interna.
E lembrei também, que tem um Fórum especifico com o detalhamento do preparo da embalagem.
Por favor vejam Embalagem para envio por SEDEX
« Última modificação: 15 de Junho de 2010, 14:52:31 por Marcus »
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Offline Pedro

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #10 Online: 26 de Maio de 2009, 19:26:53 »
Informações adicionais, referentes a parte do Tópico citado abaixo.

.....Devemos tentar nos inteirar da logística dos correios na sua cidade: perguntando ao funcionário dos correios sobre os horários nos quais são despachadas as encomendas, tempo médio para transporte até a cidade destino, e outros dados dessa mesma natureza. O objetivo é calcular o menor tempo possível de permanência da colônia nesse trajeto. Mesmo considerando que as colônias são bastante resistentes e que o calor não é prejudicial para elas, devemos tentar encurtar ao máximo a sua permanência em uma embalagem em função da produção de gases e possível ruptura da embalagem decorrente disso.....

Fiz hoje às 11:52 h, postagem numa Central do Correios, de pacote com 1 colonia destinada a uma cidade localizada a 102 Km de São Paulo, cidade onde moro.
Modalidade do envio > SEDEX A COBRAR  Estou rastreando os prós e contras desta modalidade. Quando concluido este processo, trago as informações para conhecimento do Grupo.
Peso da embalagem > 450 g
Custo da postagem > R$ 12,90

Achei muito pertinente a preocupação na citação acima, de quanto tempo a colonia fica fechada dentro da embalagem, por isso trago as informações que coletei no processo de hoje.

Por outros compromissos, não pude nem preparar nem levar a encomenda até a agencia próxima de casa, bem cedo como pretendia. Pensava que, chegando na agencia cedo, seguia viagem logo, pretendendo que a chegada ao destino fosse garantida no dia seguinte.
Tentando eliminar o tempo de espera na agencia de meu bairro, até que eles fizessem o transporte de todas as encomendas coletadas no periodo até a Central, eu levei pessoalmente até a Central, com o receio de que, minha postagem na agencia local, poderia ter ocorrido logo após a saida do veiculo deles para a Central.

Na agencia Central, fui informado que minha preocupação foi desnecessária, pois as agencias locais (as dos bairros) fazem o encaminhamento de todas as postagens recebidas ao longo do dia, em mais de uma vez, e estas ficam na Central de Distribuição até o fim do dia, só seguindo viagem à noite.
Ou seja, a postagem ocorrendo às 9:00 quando as agencias de bairro aqui em São Paulo abrem ou ATÉ 16:30 h , ela seguirá viagem nesse dia.

De onde deduzimos para os que podem fazer isso, que é preferivel preparar a embalagem (em casa) o mais próximo possível do horário de levar para a agencia local. Deste modo diminuimos o tempo de permanencia da colonia dentro da embalagem.

Com relação ao tempo de entrega, o funcionário informou "...poderá ser amanhã, ou garantido depois de amanhã"
Para garantir e entrega no dia seguinte, existe a modalidade dos Correios de SEDEX 10 que garante a entrega no dia seguinte até 10:00 h . Para o peso e distancia de meu envio de hoje, tinha um custo adicional de R$ 9,00
Creio seja uma condição a ser tratada entre doador e quem vai receber, nos entendimentos iniciais.
 
« Última modificação: 26 de Maio de 2009, 19:38:37 por Pedro »
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Offline Pedro

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #11 Online: 16 de Junho de 2009, 21:58:22 »
.......
Modalidade do envio > SEDEX A COBRAR  Estou rastreando os prós e contras desta modalidade. Quando concluido este processo, trago as informações para conhecimento do Grupo.
.......

Informações complementares para conhecimento e análise do Grupo.
Hoje à tarde, recebi o documento "Vale Postal" do Correio, informando que o valor da postagem do envio que fiz a cobrar citado acima, está disponível para retirada na agencia do meu bairro.
Lembrando:
A postagem foi feita no dia 28/05/09
Aviso recebido dia 16/06/09
Portanto 18 dias corridos.
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Offline Pedro

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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #12 Online: 17 de Julho de 2009, 02:06:00 »
Voltando ao assunto de Envio de Colonia por Correio, descobri mais um detalhe que parece interessante. É uma opção de envio que me parece mais justa, pensando em solicitante e doador.
Minha nova pesquisa no site dos Correios, foi motivada pela necessidade dos dois envolvidos, poderem saber o valor do envio antecipadamente, informado justamente pelos Correios.
Com as instruções abaixo, qualquer solicitante saberá antecipadamente, quanto vai custar o envio e o tempo de percurso.
A opção de envio a cobrar no destino, me pareceu desfavorável para quem envia, pela demora na devolução do valor pago no envio. Vejam a postagem anterior a esta.
Indo direto ao objetivo deste. Estou nos preparativos de atendimento a 3 solicitações de doação. Não acho justo, eu pagar 3 envios e esperar 20 dias para ter os valores devolvidos.

Então vamos lá. É fácil. Cabe elogiar aqui, mais este serviço do Correio.
O Correio chamou este serviço de "Cálculo de Prazos de Entrega e Preços"
Facilmente preenchemos os campos solicitados, tipo de serviço > SEDEX,  os CEP´s de origem e destino,  peso estimado que nunca será mais de 1 Kg, e caixa encomenda 02 (*).
Clica em "Calcular"  Vapt, vupt > Valor e prazo de entrega do envio.

Peço por favor, que os amigos do Fórum, comentem este procedimento, dizendo se acham adequado.

(*) Caixa de embalagem padrão do Correio. O tamanho 02 é o que comporta adequadamente a embalagem do modo como eu faço. Outros doadores deverão opinar sobre isto, no momento de suas doações.
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Re: Distribuir as Colonias por Correio
« Resposta #12 Online: 17 de Julho de 2009, 02:06:00 »